domingo, 2 de maio de 2010

O não poder, te quer



Na distancia doas corpos os pensamentos se juntam,
penso em ti e agora,
numa harmonia conjunta.
seu pensamento o mesmo do meu?

metros quilômetros não impotram,
só o que há entre eu e vc, comungam,
desejos, anseios norteiam
minhas ações e minhas vontade infinda de estar contigo nuna sinfonia.

Insanidade posso assim dizem dizen é justa
só não é justa que sua clça jeans, que junta
junta, ancas, qunadris e pernas
quarteto
de quatro, de lado de enquadro
não comigo você não faz isso
te
te assnho
te arranho
te mordo
sou casada certo
deixo tudo pra la....
esses seios fartos, essa nossa pele...
deixa pra la...
é momento de lebre
que necessita concretizar
por mais que não se possa
não deixa pra lá
deixa entrar
não, não, não.
Tu cavidade meu falo, não ivade, não mora, no seu aposento que quero
entrar e sair
nã quero entrar,
deixar mola fora triste...
mola que impulsiona
por mais que não posso agir
deixar fluir
violenta
suculenta
em seu colo
nu me atenta
isenta
esse deseji carnal
fatal

que corrói a mortalidade
não nega quero acrediar nisso q tu não me deseja?
acreditar no inexistente?
acreditar no papai noel?
então te deixo trsite
numa noite de natal que insiste
em deixar pra trás o seu presente
aqui ardente
que vc nega carregar
em "jatos" fluidos e gostos

O desejo de te ver, vai me corroer no meu ser, nas punhetas batidas, no orgasmar a vida, eu só meu destino de ser só, de ter só sonhar... E no fim se ver no não se ver , o verso machuca o meu verso

sementes de futuro gozo
não plantadas e ência
semeadas
oq serão?
apenas grão de possiveis existências?
de possivel veemêcia
de teê-lo em mim sem resistência
se entraga
não ameaça desistir
ou goterjar do meu coração do meu eu não pode te morar.... entendes ?
sei que a nebte faz o o corpo , mas seu corpo fez minha mente

cheguei simm, entre gozos e olhares tristes entre calor de tuas palavras
e o abadono de teu calor , sei lá te sonha carece ser caro, prefiro um desejo trancafiado desnorteado nos muros doces de meu coração
coração corvarde
que não teve piedade
talvez

não nega é não da, corção duro q apredeu na tua ausência o tamanho da solidão,
que de tanto sonhar caiu em frustarção, e desacreditou de si e enlouqueceu, depois
de quse curado pois o desejo das trevas e masmorras rs
não quis mas esperar feridas sim podem cicatrizarem
mas o fogo não há de se apagar nunca.



sei
existe uma chamona nisso tudo
mas essa chama as vezes me chama
não quero que arda
entre desejo e tristeza do caos
sonho-te em t ver

vielam vazam nos vão dele, que viol o ato por não vulgarizar
ja xheio de liquidos e adrenalinas
que molham, que inundam e transbordam esse meu sonhar
que da vontade de te dar
sem preceitos , moral ou religião
apenas com doutrina do coração
dane-se o AL Corão
se pecadora eu sou quero morrer de amor

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