quinta-feira, 24 de junho de 2010

Um Ritual





Pra que sonhar a vida é tão desconhecida e mágica
Que dorme às vezes do teu lado Calada, Calada
Pra que buscar o paraíso, se até o poeta fecha o livro
Sente o perfume de uma flor no lixo. E fuxica e fuxica
Tantas historias de um grande amor perdido, terras perdidas, precipícios
Faz sacrifícios, imola mil virgens, uma por uma, milhares de dias
Ao mesmo Deus que ensina a prazo, ao mais esperto e ao mais otário
Que o amor, na prática, é sempre ao contrário
Que o amor, na pratica, é sempre ao contrário
Ah, pra que chorar
A vida é bela e cruel, despida
Tão desprevenida e exata
Que um dia acaba.

não é verdade?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

.... Sim!




[...]

Perdida nestes pensamentos, não se tinha apercebido de que elas se haviam acabado de despir e viu Manu de pernas abraçadas às costas da outra jovem, cujo rosto estava mergulhado entre as coxas daquela, enquanto sussurrava algo que ela não conseguia entender.
– Helenna… sim… isso…

Estava desfeito o mistério do nome da morena de cabelo curto e corpo mais franzino. Manu contorcia-se debaixo do corpo de Helenna que a beijava no mais íntimo segredo feminino, enquanto as mãos se perdiam nos seios cheios e erguidos contra o ar frio da manhã. Sentando-se, Manu puxou Helenna para si e abarcou-lhe os lábios num beijo profundo que revelava a paixão alucinada que a consumia. Hummm =x

[...]